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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O tempo passa rápido demais


Uma tarde, o neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos e, de repente, perguntou:
- Quantos anos você tem, vovô?

E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um pouco... Nasci antes da televisão, das vacinas contra a pólio, comidas congeladas, foto copiadora, lentes de contato e pílula anticoncepcional.


Não existiam radares, cartões de crédito, raio laser nem patins on line.
Não se havia inventado ar-condicionado, lavadora, secadora (as roupas simplesmente secavam ao vento).

O homem nem havia chegado à lua, "gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.

Das lésbicas, nunca havíamos ouvido falar e rapazes não usavam piercings.
Nasci antes do computador, duplas carreiras universitárias e terapias de grupo.

Até completar 25 anos, chamava cada homem de "senhor" e cada mulher de "senhora" ou "senhorita".
No meu tempo, virgindade não produzia câncer.

Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal, a sermos responsáveis pelos nossos atos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que a gente comia quando estava com pressa.

Ter um bom relacionamento, era dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava férias juntas.
Não se conhecia telefone sem fio e muito menos celulares.

Nunca havíamos ouvido falar de música estereofônica, rádios FM, fitas cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever elétricas, calculadoras (nem as mecânicas, quanto mais as portáteis).

"Notebook" era um livreto de anotações.

Aos relógios se dava corda a cada dia.

Não existia nada digital, nem relógios nem indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando em máquinas, não existiam cafeteiras automáticas, micro-ondas nem rádio-relógios-despertadores.




















Para não falar dos videocassetes ou das filmadoras de vídeo.
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Havia somente em branco e preto e a revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, sua revelação era muito cara e demorada.

Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, as passagens de ônibus e os refrigerantes, tudo custava 10 centavos.

No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.

Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.

Agora me diga quantos anos acha que tenho?

- Hiii... vovô... mais de 200!, falou o neto.

- Não, querido, somente 58.

sábado, 31 de janeiro de 2009

A virtude de não enviar

O e-mail pode ter agilizado a nossa rotina mas pode ser também uma espécie de parente distante que resolve aparecer à sua porta sem aviso prévio. Ninguém está preparado para lidar diariamente com a enxurrada de parentes.

Quem não tem sua pequena coleção de correspondentes convencidos de que merecem a sua atenção urgente para qualquer piada, inclusive as de mau gosto, qualquer divagação ou a enésima denúncia de que os americanos já redesenharam o mapa da Amazônia brasileira, prestes a ser ocupada pelo Tio Sam?

Como o telefonema envolve um engajamento e uma cara-de-pau maiores e é fácil para o afligido deixar a secretária eletrônica pegar qualquer ligação, o e-mail proporcionou o estouro da boiada e torna um inferno potencial a vida de quem depende de ficar on-line em tempo integral para trabalhar.

Um número limitado de pessoas tem seu telefone pessoal, mas qualquer esperto pode obter seu endereço eletrônico. Assim, um dia de trabalho hoje envolve uma constante negociação na vala comum dos remetentes ― amigos, interlocutores profissionais necessários, desocupados a distribuir mensagens coletivas com denúncias, abaixo-assinados e gracinhas, pedidos de favores e até estranhos grosseiros, acobertados pela distância.

É natural que uma mídia recente como o e-mail produza excessos e desafie as normas de etiqueta que governam outras formas de comunicação. Aqui vai uma tentativa modesta de promover a civilidade e encontrar algum equilíbrio entre as vantagens da comunicação on-line e o enorme desperdício de energia que ela trouxe para a nossa rotina.

Sei que os jovens que crescem com mensagens de texto, MSN,Orkut, Twitter e outros recursos de benefício duvidoso não esperam tanto das boas maneiras cibernéticas. Mas a juventude ocupa menos de um quarto da nossa expectativa de vida e nada mais embaraçoso do que um adulto com modos de adolescente.

Mensagens coletivas em geral

É melhor limitar o número de mensagens enviadas a mais de uma pessoa. Se o objetivo é marcar um jantar com cinco amigos, justifica-se copiar a mensagem. Quem volta de férias e quer contar suas aventuras com cópia para várias pessoas, deve saber que uma delas pode achar "o press release" uma indelicadeza. Ninguém se considera apenas um item numa mailing list.

Arquivos anexados

Quando se quer mandar dados não solicitados para amigos ou profissionais, por que não evitar passar dever de casa para eles? Coloque a informação dentro do corpo da mensagem e não torture os outros que possuem computadores e softwares diversos com arquivos que não podem ser baixados.

Gracinhas e manifestos

Quem está concentrado ao computador, tentando resolver problemas ou em busca de inspiração para escrever, detesta ser constantemente distraído por piadas e vídeos pueris postados no YouTube. Mande suas piadas e brincadeiras apenas para os amigos mais próximos, aqueles que não estão sob a pressão constante de prazos de entrega de trabalho ou que podem ignorar a mensagem para abri-la mais tarde. Evite também os manifestos, e-mails coletivos que denunciam uma injustiça local ou internacional. Lembre-se que a sua indignação não é desculpa para incomodar e interromper a rotina dos conhecidos. Quando amigos recebem mensagens suas, vão abri-las como se fossem comunicações pessoais e não uma denúncia do Greenpeace.

Assunto (Subject)

Quem precisa concluir uma tarefa ou quer apressar a comunicação, deve sempre preencher a lacuna do assunto ("subject"). Use palavras precisas ― "pedido de entrevista para hoje, segunda-feira", "dúvida sobre x ou y" ― e vá mudando as palavras do assunto/subject à medida que a correspondência progredir, para o recipiente entender que há uma informação nova.

Pessoal x Profissional

Se a comunicação por e-mail ou mensagem de texto derrubou fronteiras entre o que é estritamente pessoal e profissional, não se justifica abusar da boa vontade de amigos com um fluxo excessivo de mensagens. Não se iluda ― a relativa informalidade do meio não lhe dá carta branca para tratar de um assunto de trabalho com um excesso de irreverência que pode se voltar contra o remetente, caso algo errado aconteça.

Favores

Quem precisa de um favor, antes de enviar o e-mail pode fazer o teste: eu teria coragem de pedir o mesmo em pessoa ou por telefone? Se a resposta for "não", pense duas vezes antes de ir em frente.

Dialetos

Aqui é a questão de geração. Nem todos têm obrigação de saber que "u" substitui you ("você"), ou que "LOL" quer dizer laughing out loud ("às gargalhadas"). Para os mais jovens, as abreviações usadas em mensagens de celulares são rotina. Mas, ao escrever uma carta de seu computador, não há justificativa para vulgarizar o texto com abreviações, não importa a sua idade.

Limites

Cuidado ao transferir toda interação pessoal para a internet. Há pessoas que trabalham com assistentes que têm acesso à sua caixa postal eletrônica. É mais prático mandar uma frase curta por e-mail, a qualquer hora do dia, para obter uma resposta simples, sem incomodar. Mas avalie se o assunto é rotineiro. Conversas sobre questões delicadas merecem contato pessoal ou por telefone. Da mesma forma, se o seu endereço eletrônico pessoal é acessado por outras pessoas, deixe isto bem claro para o remetente não se expor sem saber.

Discórdia

Se uma pessoa lhe irritar por qualquer telefone, e-mail ou num encontro, evite dar o troco por escrito pela internet. E-mails enviados sob o impacto emocional podem ser guardados por anos e ampliar desnecessariamente um conflito. O comando "enviar" é uma arma poderosa e imprevisível. Uma carta que seguiria pelo correio postal seria escrita com muito mais cuidado. Segure a mágoa e a indignação e espere uma oportunidade melhor do que o acerto de contas por e-mail. A sugestão vale igualmente para disputas de trabalho, romances, brigas de família.

Privacidade

Considere a mensagem por e-mail um gesto de contato semelhante a um telefonema ou uma visita a alguém. O gesto consome o tempo do recipiente e, o fato de o remetente estar protegido da reação não justifica usar o tempo dos outros à toa. Da mesma forma, quem recebe e-mail respeitoso ou justificado, não deve se esconder e fingir que não recebeu. A não ser por filtros excessivos de spam, as mensagens chegam ou são devolvidas ao destinatário. É mais fácil enviar uma resposta rápida dizendo que não tem tempo de tratar do assunto no momento ou não pode ajudar, do que provocar mágoas e mal-entendidos. A resposta imediata, ainda que curta e insatisfatória, é sua melhor aliada na luta diária contra a enchente de mensagens.

Diferenças

A democratização permitida pela internet não significa que todos os recipientes são iguais perante o remetente. Se você conseguiu o endereço eletrônico de alguém famoso ou de um profissional que tem grandes responsabilidades, um servidor público ou um dirigente de empresa, não tente usar um acesso que não lhe foi oferecido, disparando opiniões não solicitadas. O típico profissional com muitas responsabilidades já enfrenta um fluxo enorme de mensagens. Tirar casquinha do prestígio dos outros tentando forjar uma relação que não seria formada no mundo real é um hábito crasso. Se você é o assediado em questão, colecione algumas frases educadas que ajudem os chatos a se mancar. Não é grosseria deixar sem resposta e-mails frívolos de um remetente que já recebeu uma mensagem sua encerrando a conversa com educação.

Cartões eletrônicos

Não mande um cartão de Natal, Ano Novo ou sobre qualquer outra efeméride com uma foto de seu bebê ou seu animal de estimação para dezenas de pessoas com quem mantém relações distintas. Para alguns, a mensagem dá a impressão do contato impessoal e de exibicionismo.

Ciberdoidos

Nada impede que uma pessoa desequilibrada publique suas obsessões on-line. Se o seu trabalho traz alguma visibilidade, de vez em quando é bom se "googlar". Há blogs, comunidades e outros sites que podem conter fotos da sua família e todo tipo de alegações. Uma troca inocente de mensagens com um estranho pode ser a origem da baixaria.

Sites e blogs

Um território que ainda conheço mal. Como tantos estão em busca de atenção, uma boa parte da correspondência dirigida aos titulares de sites e blogs destina-se a promover o conteúdo do próprio remetente ("leia mais sobre isto no meu blog"). Um comentário colocado abaixo de uma reportagem às vezes nada mais é do que desculpa para plantar o seu link no meio da discussão. É uma forma de autopromoção tão chata quanto o gesto do colega de trabalho que lhe encurrala no corredor com uma série interminável de fotos do seu recém-nascido. Cada site ou blog reflete a visão editorial do titular e o espaço para comentário não é uma democracia. É um convite a continuar a conversa, dentro de parâmetros arbitrários ― texto correto, sensatez, cordialidade ― estabelecidos por quem coloca o site no ar.

Insultos e ameaças

Cada vez que respondo com educação um e-mail muito crítico mas civilizado, na grande maioria dos casos, a resposta vem se desmanchando de desculpas. No momento em que a pessoa percebe que há um ser humano real do outro lado, sente-se envergonhada do próprio destempero.

Espero que as principais empresas de mídia acabem com o populismo de considerar todos iguais on-line ou de proteger a identidade de sociopatas. Um jornalista experiente, criterioso e ético no seu trabalho de reportagem fez por merecer o lugar que ocupa. Não deve ter sua produção achincalhada e dividir espaço com mentecaptos, coléricos e exibicionistas. Respeito é bom e todo mundo gosta.

Por isso, o melhor método é mesmo, em dúvida, não apertar o "enviar".

fp: luciaguimaraes.com

sábado, 20 de dezembro de 2008

Conheça as dez 'modinhas' que mais bombaram na internet em 2008

Vídeos, fotos e tirinhas são disseminados quase que automaticamente.Do irritante 'Rickroll' ao genial 'Garfield minus Garfield'

Retrospectiva 2008

Vez por outra aparece algo curioso na internet que vai se disseminando por e-mail, em blogs, em sites de notícias ou em redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter, até virar "modinha" e se consolidar como conhecimento comum a quase todos os internautas.

É aquele vídeo que todo mundo viu (estilo "Dança do quadrado"), ou aquele site que é citado exaustivamente por aí... O fenômeno é batizado de "meme", uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal.

A internet é o veículo ideal para a transmissão desses "memes". E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras. Selecionei dez destas "modinhas" que surgiram em 2008 e que, cada uma à sua forma, ajudaram a moldar a cultura online no ano que passou. Confira a lista:

Garfield minus Garfield

A idéia é simples: o irlandês Dan Walsh resolveu apagar o personagem principal das tirinhas do gato Garfield. Sem o bichano, as historinhas bem-humoradas viraram uma espécie de retrato depressivo e esquizofrênico do jovem Jon Arbuckle. "Garfield minus Garfield" surgiu em fevereiro, e foi destaque em boa parte da blogosfera no início do ano. Logo depois, apareceram os primeiros "clones", como "Dilbert minus everyone" ("Dilbert menos todo mundo"), "Dilbert minus Dilbert" e "Peanuts minus Snoopy" ("Minduim sem o Snoopy"). Até mesmo Jim Davis, criador de Garfield, se declarou fã da criação de Walsh, e autorizou a publicação de um livro sobre a nova tirinha.


Este "meme" nasceu na televisão, mas dominou a pauta de blogs e redes sociais no início de 2008. A comediante Sarah Silverman gravou uma música em "homenagem" ao namorado - o apresentador Jimmy Kimmel.

Na letra, Sarah diz que está traindo Kimmel com o ator Matt Damon. A resposta veio na mesma moeda. Kimmel gravou um clipe afirmando que estava tendo relações sexuais com outro ator, Ben Affleck, amigo de infância de Damon.

As duas músicas geraram novas versões na web, e acabaram ganhando um Emmy, prêmio dado aos destaques da TV americana.


A garota do Wii Fit

Tudo começou com uma "brincadeira" de mau gosto de um namorado, que filmou a amada rebolando enquanto jogava videogame. Detalhe: a moça, que não sabia que estava sendo filmada, vestia apenas camiseta e calcinha. Lauren Bernat, 25 anos, ficou famosa como a "Wii Fit Hula Girl", em homenagem ao nome do game que ela jogava no vídeo. Lauren e o namorado, Giovanny Gutierrez, viraram celebridades. O vídeo teve mais de 2 milhões de exibições nos primeiros dias, após ser postado no Youtube, em maio. A moça conta que chegou a ficar revoltada ao descobrir a fama repentina, mas depois se acostumou com a idéia. No site de compartilhamento de vídeos, há cerca de 500 vídeos de outras mulheres - e alguns homens - imitando Lauren.

Outra mania que nasceu na televisão. Uma participante da edição búlgara do concurso "American Idol" canta uma versão macarrônica da canção "Without you", de Mariah Carey. A letra claramente inventada, no melhor estilo de cantor de churrascaria ("I can't live if living is without you" virou "Ken Lee tulibu dibu dáuchu"), faz até os apresentadores do programa caírem na gargalhada. A primeira gravação da performance, batizada de "Ken Lee", foi publicada no Youtube no dia 10 de fevereiro. Daí para frente, até a própria Mariah Carey comentou a interpretação da aspirante a cantora Valentina Hasan. Valentina acabou fazendo mais sucesso na Bulgária - e no mundo, por que não? - que os vencedores do concurso na TV.

Essa começou em outubro, com base em uma versão do clipe de "Take on me", sucesso da banda A-ha nos anos 80. O artista americano Dustin McLean trocou a letra da música por uma que simplesmente narrava o que acontecia no clipe. Parece fácil, mas é trabalhoso - tanto que até hoje poucas pessoas que resolveram seguir a idéia conseguiram criar clipes com a mesma qualidade do original. Entre as novas versões, destaque para "Head over heels" e "Under the bridge", também feitas por McLean, e "I still Haven't found what I'm looking for".



Difícil conhecer internauta que nunca tenha clicado em um link imaginando estar prestes a ler um texto interessante ou ver um vídeo inédito, e acabe surpreendido pelo vídeo da música "Never gonna give you up", de Rick Astley. Irritante demais, não é?É verdade que o trote começou no ano passado, mas ele se espalhou para toda a internet no início de março de 2008. A piada nasceu no fórum 4chan, considerado o "ground zero" da cultura inútil da internet ocidental, em abril de 2007.

No ano seguinte, começou a tomar volume, até que, no dia 1º de abril, virou "mainstream": o Youtube decidiu "brincar" com seus internautas, enviando todos os links de sua página inicial para o fatídico clipe dos anos 80. O "Rickrolling" ultrapassou as fronteiras da internet, tornando-se uma piada em eventos como jogos de beisebol nos EUA, eleições de clipe do ano na MTV européia e até na parada do dia de Ação de Graças em Nova York.
A simplicidade é o segredo deste meme, impulsionado pela criação, em março, do FAIL Blog. São vídeos ou fotos de fracassos - ou até desastres - com legendas simples.

Algumas criações têm gosto questionável, mas o fato é que "FAIL" ou "EPIC FAIL" (fracasso épico) entraram no vocabulário dos internautas.


'Pork and beans'
Um vídeo sobre as modinhas da web só poderia acabar em modinha mesmo. O vídeo da banda americana Weezer - muito bem feito, por sinal - cita diversos memes dos últimos anos da internet, como "Chocolate rain", "Coca com Mentos" e o eterno clássico "All your base are belong to us". O "Fantástico", da TV Globo, produziu uma versão de "Pork and beans" com as celebridades da internet brasileira. Participam do clipe a banda NX Zero, o ator Guilherme Zaiden (de "Confissões de um emo"), os dançarinos da "Dança do quadrado" e a nutricionista Ruth Lemos, aquela do "sanduíche-iche-iche".
E não é que, no apagar das luzes de 2008, um fato político gerou um dos memes mais engraçados do ano?

Horas após o jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi atirar seus calçados contra o presidente George W. Bush, no dia 14 de dezembro, a internet já fervia com imagens parodiando o ocorrido. O fato virou até game.


O único meme genuinamente brasileiro a entrar na lista. Minimalista, com traços toscos e linguagem baseada nos chats da rede, Cersibon foi uma tirinha publicada no primeiro semestre do ano pelo designer Rafael Madeira.

Boa parte das piadas parecem não fazer sentido, e só têm graça levando em conta que estão escritas em "tiopês", espécie de "dialeto" que une o português aos erros de digitação comuns na internet. Você pode até não gostar, mas o fato é que Cersibon incluiu expressões como "comofas?" e "vaza de cócoras" no vocabulário dos webmaníacos, além de ter gerado uma onda de blogs semelhantes. Os melhores "filhos" da criação de Madeira são o Zezuis, que satiriza histórias da Bíblia, e o Pornibon, com temas mais adultos.




Só tem figura né, diga o que achou? Um abraço,
JB PIRES

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