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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Aproveite o Ócio

Sugestões de CDs, DVDs e livros para seus momentos de folga

WHERE THE LIGHT IS - JOHN MAYER (SONY)

Quem só vê no americano John Mayer aquele garoto esperto que pegou de jeito a veia da música pop com hits legais como Gravity, Your Body Is a Wonderland e Daughters (tocou em novela da Globo) não está de todo errado. Mas Mayer é muito mais do que isso – ainda que sua cara de nerd deponha contra seu estilo cool. Ele faz parte de uma linha evolutiva de caras completos, raros – exímio guitarrista, ótimo compositor, grande cantor, inteligência privilegiada –, que começa em Hendrix, passa por Stevie Ray Vaughan e Robert Cray e desemboca em... ops, John Mayer. O interessante é que ele domina o idioma do blues e do hard rock, como a turma citada, mas vai muito além. De baladas a grooves funks, de pops pegajosos a levadas dançantes, de musiquinha de acampamento (Daughters é linda, mas poderia ter sido escrita por Renato Russo) a canções meio jazz, Mayer nunca abandona a luz e a inteligência (e o charme, como pôde comprovar Jennifer Aniston). Neste CD e DVD, de um show em Los Angeles, em dezembro de 2007, ele põe à prova suas habilidades. Começa num set acústico, incluindo Free Fallin’, do chato Tom Petty, e o hit Neon, troca para um set de power trio, cheio de blues e rock (a versão de Wait Until Tomorrow, de Hendrix, é matadora), e acaba num longo set com banda completa, feito para agradar seus fãs de pele pop. São 22 faixas (tanto no CD como no DVD), com bandas diferentes, mas plugadas num mesmo clima: adrenalina a mil e excelência técnica impressionante, mas nunca minando o bom gosto. Bom gosto, taí onde Mayer é incomparável.

HISTÓRIAS, LENDAS, MISTÉRIOS E LOUCURAS DA FÓRMULA 1 - LEMYR MARTINS (PANDA BOOKS, 346 PÁGS.)

O autor do almanaque é um dos jornalistas que mais entendem de F1 no país, um dos poucos que acompanharam Emerson, Piquet & Cia. desde os anos 70. Além de estatísticas, Martins desfia fofocas e histórias de bastidores. Tem desde a arruela que custou um título ao escocês Jim Clark ao diálogo até hoje misterioso em que Jean Todt (chefão da Ferrari) manda Rubinho dar passagem a Schumacher na Áustria em 2002.


SUPER TARANTA - GOGOL BORDELLO
(Deckdisc)
A banda abriu show de Madonna, roubou a platéia de uma apresentação de Björk e foi a sensação do festival americano Coachella de 2008. Explica-se: faz tempo que não surgia na cena musical um som tão estranho e multifacetado quanto o deste ensemble de nove músicos, com líder ucraniano e integrantes imigrados da Rússia, Israel, Etiópia e China para os Estados Unidos. Misturam guitarra, baixo e bateria com violino e acordeão e fervem tudo num caldeirão étnico temperado com folclore do Leste Europeu, que batizaram de “punk cigano” (aliás, o nome do CD anterior). Este divertido Super Taranta deu o empurrão nal para projetar mundialmente a banda e radicaliza na pegada de cabaré regado a vodca barata (a propósito, uma das canções se chama Alcohol), combinando rock, rap e... tarantela! Sim, a dança popular italiana também entra na dança e inspira o nome do disco. O grupo já é uma das atrações mais esperadas do próximo Tim Festival, em outubro. A propósito, o cantor e líder, o loucão Eugene Hotz, se mudou para o Rio de Janeiro e avisou que pirou com o frevo pernambucano.
Será que vem por aí um Super Maracatu?


























Fonte de pesquisa: Mens Health

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