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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Quando vale a pena chegar em segundo lugar (E porque ser o primeiro pode ser ruim para você)

Nós vivemos em um mundo em que se preza muito ser o primeiro em tudo.
O “primeiro aluno da classe” é o aquele que recebe os elogios e reconhecimento. Em tempos de olimpí­adas e Pequim, lembramos que nos esportes, quem chega em primeiro recebe toda a glória e a medalha mais valiosa. Quem inventa uma cura ou descobre uma doença primeiro, tem seu nome registrado nos anais da história.
Nós somos programados para pensar assim e nossa cultura certamente encoraja esta mentalidade e comportamento, desde nossa infãncia. Começando por quem levanta a mão para responder a uma pergunta primeiro, ou quem se forma com a maior nota.
Ser o Primeiro a ter a Idéia X Ser o Primeiro a Realizar a Idéia
Mas quando falamos de negócios, este programação pode ser seu calcanhar de aquiles.
Apesar de ter-se convencionado de que ter a “idéia vencedora” primeiro é caminho certo para o sucesso, minha experiência tem me convencido do que nem sempre é assim. Saber como se “materializar” a idéia extremamente mais crucial do que “concebê-la”.
Enquanto milhares de pessoas e empresa se focam e “ter” a idéia vencedora, aqueles que se focam em “realizar” a idéia tem comprovadamente um taxa de sucesso e retorno sobre o investimento significativamente maior. Logo, o problema não está em ter a idéia perfeita, mas em colocá-la em pratica de maneira que seja inserida no mercado e possa dar frutos o mais rápido possível.
Se não fosse assim, acredito que veríamos milhares de empresas gigantes - que já descobriram como materializar as idéias - sendo substituídas por startups e micro-empresas com idéia brilhantes, mas sem experiência alguma.
Por que isso não acontece? Porque as gigantes se mantém na corrida utilizando pelo menos uma das seguintes estratégias:1) Explorar muitas idéias paralelas e desenvolver algumas poucas que têm real potencial.2) Deixar outros fazer a pesquisa e teste de quais idéias são boas de verdade, e aí desenvolver as realmente boas.

E como isso pode ajudar na sua empresa?
Empresas menores precisam de foco. Precisam se certificar que pelo menos uma semente vai brotar e servir de alimento enquanto outras são plantadas. Eu mesmo aprendi isso as duras penas quando a Dynamo fazias muitas coisas (email marketing, webdesign, desenvolvimento, blogs corporativos, podcasts, monitoramento de marcas, etc) e as fazia todas de maneira mediana, não sendo excelente em nenhuma delas.
Foi só quando, há pouco mais de um ano, decidi que a agência deveria focar-se em somente uma coisa e ser realmente proficiente naquilo. Escolhemos Marketing de Busca (Search Marketing: SEO e Consultoria de Links Patrocinados) e foi ai que o real crescimento veio. Hoje sei por fato que temos a melhor tecnologia e metodologia em SEO e Links Patrocinados do país, pois é somente isso que fazemos.
Empresas maiores (ou gigantes) podem investir em pesquisas paralelas de outras tecnologias e inovações em sua área de atuação. Com isso, elas podem ser as primeiras a ter idéias e colocá-las em prática. Elas podem pois tem outros produtos bem sucedidos e canais que geram caixa que bancam a operação.
Mas elas estão aprendendo a fazer isso de uma maneira mais inteligente. Agora, elas deixam outras empresas (milhares delas) terem idéias e acharem o jeito de faze-las funcionar. Aí, quando a empresa começa a dar certo, elas compram a idéia, compram os direitos da idéia ou compram a empresa. Assim, sabem que seu investimento tem muito mais chance de dar certo, pois a idéia já estava sendo aceita no mercado. (Alguém lembra da compra do Youtube pelo Google?).

Exemplos?
Apple. Não inventou o MP3 player. Foi a Sony que inventou (vindo do Walkman, lembra?). A Apple viu que dava certo, aprimorou o produto e bum: IPod. Sucesso absoluto.
Microsoft. Não inventou o DOS. Comprou o programa por $50.000 na época e vendeu para a IBM. E o Windows? Literalmente “roubaram” a idéia da Apple. E Bum: Sucesso de vendas.
Quer um exemplo mais tradicional? Pão de sanduíche. Ele foi inventado e desenvolvido originalmente entre 1917 e 1928 por uma empresa chamada Chillicothe Baking Company. Mas foi somente em 1930, quando outra empresa chamada Wonder que soube como divulgar a idéia de pão fatiado e pré-cozido, que o conceito de se comer pão de sanduíche realmente se propagou mundo a fora. Advinha? Bum. Outro gigantesco sucesso.
Na Prática
Se você possui um pequena ou média empresa, não se apresse em ser o primeiro a inventar algo.
Siga o exemplo das gigantes: Deixe que outras empresas pensem e testem a idéia e vejam se ela têm potencial. Enquanto isso, foque-se no seu core business no que você faz melhor. Sua preocupação não deve ser em ser o primeiro ou mais rápido a lançar a idéia no mercado. Deve ser em ser o primeiro a pegar uma idéia em andamento inicial - mas que já está sendo aceita - e aí sim seja o primeiro a fazê-la única (diferencial) e a vendê-la bem (marketing).
Agindo assim, você vai ter energia e recursos financeiros para pegar uma idéia realmente boa em uma data posterior e terá mais chance de materializá-la, pois já terá também mais experiência em transformar idéias em realidade. O mundo é contruído de idéias que se realizaram.

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